<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="WordPress/2.9.2" -->
<rss version="0.92">
<channel>
	<title>Oficina da Palavra</title>
	<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br</link>
	<description>Casa que promove cultura, cursos de português, Eventos culturais como SALIPI - Salão do Livro do Piauí e FENAVIPI</description>
	<lastBuildDate>Wed, 18 Aug 2010 19:19:24 +0000</lastBuildDate>
	<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
	<language>en</language>
	
	<item>
		<title>VOZES DA CIDADE</title>
		<description><![CDATA[Dia desses, um político de carteirinha, desses cevados nos gabinetes da República, me fez a seguinte pergunta: “Professor, por que  o final da letra do Hino de  Teresina  é tão pra baixo? “. De imediato, lembrei-me de uma coluna criada pelo  Millôr Fernandes, denominada “Ministério das perguntas cretinas”.  Engatilhei uma resposta condizente, [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=685</link>
			</item>
	<item>
		<title>PRESENTE DE PREGO</title>
		<description><![CDATA[Antes mesmo do aniversário de Teresina (16  de agosto), a cidade recebe e agradece o “presentão”, louvado na mídia  local como algo extraordinário. Engana-se quem, porventura, estiver  pensando no tal mirante da ponte estaiada, na vigésima  “reinauguração” da Potycabana ou  em coisa  parecida. A cidade está exultante com a  [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=683</link>
			</item>
	<item>
		<title>DAS COISAS IMPOSSÍVEIS (1)</title>
		<description><![CDATA[Sempre que faz referência  ao Salão do Livro do Piauí, o escritor Edmílson Caminha, citando autor  que desconheço, afirma: “Se os meninos soubessem que era impossível, não  teriam feito”. Exagero à parte, a sentença contém muita verdade.  Quando, em 2003, os professores  Wellington  Soares, Luiz Romero e Nilson Ferreira me [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=679</link>
			</item>
	<item>
		<title>DAS COISAS QUE NÃO SE ESQUECEM (4)</title>
		<description><![CDATA[Novembro chegou e com ele, as primeiras chuvas. Com as  chuvas, vieram a alegria e o Zé Sanfoneiro. Passageiro do vento, nada  conduzia. Nunca se soube de onde vinha. Não tinha destino certo nem  prazo para chegar. Teria pouco mais de 30 anos de idade, estatura  mediana, cabelos ruivos e barba [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=677</link>
			</item>
	<item>
		<title>DAS COISAS QUE NÃO SE ESQUECEM (3)</title>
		<description><![CDATA[1969. A pretexto de combater os terroristas, a ditadura recrudescia. Prisões, mortes, desaparecimentos. A censura, como o big brother (o do Orwel), adivinhava até os pensamentos mais recônditos. Ásperos tempos. Justo naquele momento, resolvi criar um grupo de teatro: Teatro Popular do Piauí. Na verdade, uma trupe mambembe sem maior experiência e sem qualquer veleidade [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=675</link>
			</item>
	<item>
		<title>DAS COISAS QUE NÃO SE ESQUECEM (2)</title>
		<description><![CDATA[Na remota década de 60, todos os dias, no final da tarde, uma cambada de moleques entanguidos plantava-se à porta da casa de dona Purcina, no bairro Aldeia, à espera da ração de bola. Éramos quase todos do mesmo tope e todos da mesma cor: marrom-descaso. Integravam a cabroeira: Cleto, Valdemar, Paredão, Tonico, Berto, Zé [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=674</link>
			</item>
	<item>
		<title>DAS COISAS QUE NÃO SE ESQUECEM</title>
		<description><![CDATA[Se você ainda não leu o conto Viagem aos  seios de Duília, de Aníbal Machado, leia-o: é a mais patética, digo,  a mais humana de todas as narrativas que já li. Para não lhe furtar o  prazer da leitura, direi apenas que é a história de um cidadão, José  Maria que, [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=671</link>
			</item>
	<item>
		<title>QUASE CANDANGO</title>
		<description><![CDATA[Em mais de uma oportunidade, afirmei: seu  Liberato não tocava viola, não fazia versos, não contava vantagens. Era  um sertanejo morigerado, com vocação para pedra. Só grudado ao chão da  caatinga, sentia-se em casa. Perfeitamente integrado ao seu habitat,  não estendia suas aspirações além dos limites de suas roças. Ao longo [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=669</link>
			</item>
	<item>
		<title>A PERIGOSA BUSCA DOS ATALHOS</title>
		<description><![CDATA[Viceja entre nós, como erva daninha, uma praga perigosa  que se alastra com enorme velocidade. Trata-se da cultura do atalho que,  grosso modo, poderia ser resumida assim: está difícil ou custoso  conseguir o que se quer pelas vias normais, busca-se um atalho. Tal  prática tanto serve à mocinha preguiçosa que não [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=667</link>
			</item>
	<item>
		<title>A TEIA DA DIVERSIDADE</title>
		<description><![CDATA[O que aconteceria se, de repente, integrantes de todas  as tribos culturais do país decidissem se encontrar,  numa cidade ensolarada, para falar, ouvir, ensinar, aprender e,  principalmente, conviver solidariamente? A resposta é simples: tudo e  mais alguma coisa, principalmente alegria e beleza. Foi essa a impressão  que guardei do encontro [...]]]></description>
		<link>http://oficinadapalavra-pi.com.br/?p=665</link>
			</item>
</channel>
</rss>
